Ideias de Negócios

Negócio dos sonhos: Confeitaria boutique expande pela qualidade e persistência

Sebrae preparou 350 ideias de negócios para quem planeja empreender em 2020

Com o início de um novo ano, é hora de avaliar o que passou e fazer planos para o novo ciclo. Se você tem o sonho de abrir seu próprio negócio, saiba que você está entre os 33% dos brasileiros que estão esperançosos sobre as possibilidades de empreender no futuro. É o que revela os dados da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), conduzida pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP) em parceria com o Sebrae. Nesta edição da série “Sonhos”, vamos contar a história do chef Ricardo Arriel, que enxergou oportunidades onde ninguém viu e em 2018, abriu uma confeitaria estilo boutique no Guará, região administrativa de Brasília.

Mineiro de Bom Sucesso, ele acumula 20 anos de experiência no ramo de panificação, confeitaria e chocolateria no Brasil e exterior. Quando chegou em Brasília, em 2008, foi morador do Guará e percebeu que nos últimos anos, a região havia se desenvolvido e que poderia criar uma necessidade de consumo nunca pensada no local. “O Guará havia se reinventado e eu não queria abrir um café formal. Eu queria uma loja ousada e diferente, inspirada na minha experiência na Europa”, contou.

Para concretizar essa vontade, Ricardo e a esposa Naiara buscaram orientação do Sebrae e participaram de consultorias na área de nutrição e finanças. “Sempre indicamos o Sebrae para quem quer começar um negócio. Quando abrimos a loja, já tínhamos um conceito definido, manual de boas práticas, noção de manipulação de alimentos e gestão do negócio”, destacou. Os dois também foram exemplo de casal empreendedor no Sebrae DF em Ação. Para Ricardo, além de compartilhar do mesmo sonho, é fundamental que o casal saiba separar o trabalho da relação e definir bem as responsabilidades de cada um.

Com um pouco mais de um ano de funcionamento da loja, a demanda cresceu rapidamente e eles receberam a proposta de sociedade para triplicar o tamanho do ponto de venda atual e contratar no mínimo 40 novos funcionários. A expectativa é que a nova loja comece em breve a funcionar com um conceito industrial e produção em escala.

O sucesso do negócio, segundo Ricardo, foi resultado de um atendimento focado na experiência do cliente e na diversidade dos produtos oferecidos. Além dos tradicionais doces e salgados, ele apostou nos clássicos internacionais, como por exemplo: os macarons, torta red velvet, croissant e pastel de nata. A culinária mineira também faz parte do cardápio, com a oferta de broa de milho, roscas e pão de queijo. Apesar do sucesso do negócio, os dois enfrentam dificuldades e como bons empreendedores desenvolveram capacidades para superá-las (chamada de softs skills), que incluem competências comportamentais como resiliência, trabalho em colaboração e empatia.

Ideias
Pensando nos brasileiros que sonham em abrir seu próprio negócio em 2020, mas não sabem por onde começar, o Sebrae possui o canal Ideias de Negócio com diversas informações sobre 350 sugestões de negócios em vários segmentos, inclusive no ramo de alimentação. O segmento de Casa de Bolos e Tortas, por exemplo, compõe o mercado de alimentação fora do lar, conhecido como “food service”, do qual fazem parte bares, restaurantes, docerias, hotéis, loja de bolos e tortas, e outras empresas que oferecem alimentos prontos para o consumo. De acordo com Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) divulgada em outubro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as famílias têm comido mais fora de casa e comprado mais alimentos prontos ao invés de preparar alimentos para consumo dentro de casa.

Você também sonha em ter uma Casa de Bolos e Tortas? Clique aqui e saiba como se planejar.

 

Capital de Giro
O Sebrae orienta que toda empresa tenha um montante de recursos financeiros necessários para sustentar as operações do dia a dia e enfrentar as possíveis oscilações de caixa. No caso de uma loja de bolos e tortas, o empresário deve reservar em torno de 30% do total do investimento inicial para o capital de giro. No caso do chef Ricardo, ele abriu a loja sem esse capital e acredita que 80% dos problemas que teve poderiam ter sido evitados se tivesse feito esse planejamento. “Dá mais tranquilidade, principalmente na fase inicial do negócio”, alertou.

 

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