Bett Educar

Sebrae leva case de empreendedorismo na escola ao maior encontro de educação e tecnologia

Instituição apresenta histórias de educadores que estimulam o empreendedorismo entre crianças e jovens

O Sebrae leva histórias que aliam educação e empreendedorismo ao maior evento de educação e tecnologia da América Latina. O Bett Educar acontece em São Paulo, entre os dias 14 e 17 de maio, e vai debater o futuro da educação e o papel que a tecnologia e a inovação desempenham na formação de educadores e estudantes.

Além de um estande com diversas atividades que mostram como a Educação Empreendedora está colaborando para mudar a forma de ensinar nas escolas brasileiras, o Sebrae apresentará as palestras dos professores Daniel Chagas e Antônio de Lisboa, além da história de sucesso de uma escola do interior do Paraná.

Estudantes e comunidade

Os professores Paulo Italo Stachuk, Larissa Olímpio de Paula, Fábio Hiroshi Tiago Ikeda e Gerson Ferreira da Silva estão à frente de uma feira que é realizada anualmente no Centro Estadual de Educação Profissional Profª Maria Lydia Cescato Bomtempo (CEEP), na cidade de Assaí, no interior do Paraná.

O objetivo era apresentar para a comunidade os projetos desenvolvidos pelos alunos. As atividades são fundamentadas em três princípios: inovação, multidisciplinaridade e o desenvolvimento de habilidades, as quais estão relacionadas com a criatividade, empreendedorismo, oratória e trabalho em equipe.

O evento ainda propõe a aproximação do vínculo da instituição e alunos com os órgãos públicos, empresas e produtores agrícolas. O propósito é estimular o desenvolvimento de parcerias, contribuindo para o crescimento da escola, a qualificação profissional dos estudantes e a futura prestação de serviços para a região. Nesta entrevista, Paulo Ítalo explica mais sobre a feira:

Há quanto tempo a escola organiza a feira e de que forma?
Nós organizamos anualmente a nossa Exposição Técnica e Científica (Expotec), e neste ano realizaremos a nossa quarta edição. Realmente, esse é um evento que está crescendo. Hoje temos muitos parceiros, empresas da região... o próprio Sebrae é um grande apoiador, as cooperativas agrícolas, entre outros. A cada ano buscamos novos parceiros, empresas e instituições de ensino e pesquisa da região. Porém, já temos alguns parceiros bem fortes, que estão presentes todos os anos e nos auxiliam bastante: como o Sebrae, Senar, Emater, Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Cornélio Procópio, Cooperativa Agroindustrial Cocamar, Cooperativa Sicredi.

A feira possui expositores, como em outros eventos tradicionais?
Temos os outros parceiros também que geralmente trazem stands para o evento, como o Ecoexpresso Sanepar, Copel, Universidade Estadual de Londrina, Unopar, Siga Cursos, Sindicato dos Produtores Rurais de Assaí, Tecpar, Secretaria de Cultura do Munícipio de Assaí, Valtra, Cooperativa Integrada, Belagrícola, Produtores rurais de Assaí e região, Agromáquinas Assaí, Incubadora Tecnológica da UTFPR CP.

De que forma os estudantes interagem na feira e de modo eles são incentivados?
Nessa exposição os alunos apresentam os seus trabalhos, desenvolvidos ao longo do ano. Temos cursos técnicos de Eletroeletrônica, Mecânica, Agronegócio e Edificações. Nesse caso, focamos bastante na interdisciplinaridade entre os cursos e desafiamos os alunos a desenvolverem ideias inovadoras. Além disso, temos os stands das empresas parceiras durante a Exposição, além da realização de minicursos e oficinas.

Como surgiu a ideia de fazer esta feira?
A ideia da Feira surgiu em uma reunião entre a equipe pedagógica, direção e coordenadores de curso. Na época tínhamos o objetivo de organizar um evento anual para divulgação da instituição de ensino, articulação com o setor produtivo da região e exposição dos trabalhos que os nossos alunos desenvolvessem. Assim surgiu a nossa Expotec. O evento já está inserido no calendário acadêmico anual da instituição, foi documentando e enviado para o núcleo regional de educação, depois enviado para a Secretaria de Estado. Estamos alcançando o nosso propósito que era divulgar o trabalho dos nossos alunos, conquistar novos estudantes, promover projetos de inovação e formar novas parcerias com empresas.

Vocês têm uma ideia da dimensão do evento, inclusive com o número de participantes?
O bacana é que os alunos são muito ativos com essa feira. Desde o começo do ano já começam agilizar os seus projetos. Na terceira edição, em 2018, nós fizemos um cálculo de participantes e visitantes. Na escola técnica o envolvimento é total, desde alunos, professores e todos os outros colaboradores. Podemos considerar na faixa de 530 pessoas envolvidas no desenvolvimento de projetos e organização do evento. Nesta terceira edição nós conseguimos mensurar a quantidade de visitantes, obtivemos um total de 3.250 visitantes nos dois dias da feira.

 



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